terça-feira, 21 de junho de 2011

Pipa submarina pode ser solução em energia

São Paulo - O projeto ainda engatinha, mas tem potencial para resolver o problema energético em algumas regiões do globo.
Desenvolvidas pela jovem empresa sueca Minesto (fundada em 2007 como subsidiária do Saab Group), as pipas submarinas aproveitariam as correntes marinhas para gerar energia limpa, sem fazer barulho e sem causar danos ao ecossistema terrestre.
As pipas são equipadas com uma asa de 12 metros e uma turbina com um metro de diâmetro, que se move com a passagem da água e gera energia. Presas a uma âncora, as pipas – chamadas “deep green” - devem ficar submersas a 80 metros da superfície para não se chocarem com navios.
O projeto foi incluído na lista da revista Time das “50 melhores invenções de 2010”. Com isso, a Minesto conseguiu um investimento de 2 milhões de libras para desenvolver o protótipo, que vai começar a ser testado no fim do verão europeu, no mar do Norte, na Irlanda.
De acordo com o presidente da empresa, Anders Jansson, 1% do potencial energético dos oceanos seria suficiente para alimentar em até cinco vezes a demanda mundial de energia.
Se ele estiver correto, pode ser o fim de usinas hidroelétricas, que inundam grandes regiões e causam danos ao meio ambiente, e das usinas nucleares, que oferecem risco de contaminação à população, além de produzirem resíduos radioativos.

 
Fonte: Info
http://tinyurl.com/5rrzjxy

Especialista brasileiro prevê fim do Orkut

São Paulo - Sete em cada dez brasileiros conectados à internet acessaram o Orkut em abril, segundo dados da empresa de métricas ComScore.

São mais de 50 milhões de pessoas, que visitam perfis e compartilham confidências, fotos e vídeos – também bisbilhotam a vida alheia, é claro. A situação deveria deixar o Orkut em posição confortável. Essa não é, contudo, a opinião de Silvio Meira, cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (C.E.S.A.R) e um dos responsáveis pela criação do Porto Digital, polo tecnológico da capital pernambucana.

Além do rápido avanço do Facebook no Brasil, Meira prediz a morte do Orkut a partir da observação das próprias falhas do site mantido pelo Google. "Ele está morto do ponto de vista da inovação e do negócio", diz. Por isso, na visão do especialista, a rede pode seguir os mesmos passos funestos do MySpace, que fez sucesso em meados da década passada, mas perdeu o caminho da inovação e, consequentemente, o contato com seus usuários. Acabou atropelado pelo Facebook, um campeão em inovação, que, segundo Meira, está se tornando uma espécie de internet dentro da internet: "A ideia da rede de Zuckerberg é permitir que o usuário faça todas as suas atividades na web a partir do Facebook, o que já é possível". Leia a seguir a entrevista com o especialista.

O Orkut conseguirá frear o crescimento do Facebook no Brasil?
O Orkut ainda ganha novos adeptos no país, mas, nos últimos meses, seu crescimento tem sido vezes inferior ao registrado pelo Facebook. Há explicação para isso. Hoje, há uma ascensão social de pessoas que até bem pouco tempo não tinham acesso a computador, redes sociais e jornais. Para esse grupo, o Orkut é uma porta de entrada para a internet. Contudo, ele está morto do ponto de vista da inovação e do negócio. Ele nunca recebeu atenção estratégica do Google e sequer conta com um plano de negócio, que preveja como vai evoluir. O cenário permite antever a hegemonia do Facebook no Brasil.

O Orkut pode ter o mesmo destino do MySpace?
A dinâmica de redes sociais é muito delicada. Após adquirir o MySpace, a News Corp. tentou transformar o site em um canal do grupo de mídia. Seus gestores imaginaram que, mantendo interface e recursos imutáveis, manteriam a audiência. Estavam errados. A situação do Orkut é parecida. Falta à rede do Google uma proposta coerente para chegar a algum lugar. Ele sempre foi um site secundário para o Google.

É possível dizer, então, que Facebook e Google têm diferentes propostas?
O Facebook possui um conjunto de estratégias bem articuladas para conectar pessoas e marcas. Eles pensam 24 horas por dias nisso. O Google tem outras atenções. Ele já não é mais uma empresa jovem (o gigante de buscas completa 13 anos em 2011) e quer proteger o seu legado: organizar a informação. Mais: nos últimos meses, a empresa de Mark Zuckerberg começou a mostrar interesse no terreno de organização, ao fechar uma parceria com o Bing, buscador da Microsoft - e sócio minoritário da rede social. Na prática, ao fazer pesquisas no Bing, o usuário cadastrado no Facebook visualiza links compartilhados por seus amigos.

Mas o maior rival do Facebook não é o Google?
Por ora, não. No Ocidente, o Facebook monopoliza as redes sociais. Não há nenhuma plataforma com mais de 700 milhões de usuários cadastrados. O Google pode até querer frear o avanço da empresa de Mark Zuckerberg, mas seu espaço de competição é com Apple e Microsoft. Recentemente, dois dos projetos mais ambiciosos da empresa envolviam navegadores, sistemas operacionais em notebooks e dispositivos móveis.

O usuário do Facebook pode encontrar quase tudo ali: amigos, empresas, serviços. Não parece que a rede busca ser uma espécie de internet dentro da internet?
Sim. A América On-line e a própria Microsoft (com a rede Networks, hoje transformada em MSN) usaram este artifício no passado, mas fracassaram. A ideia da rede de Zuckerberg é permitir que o usuário faça todas as suas atividades na web a partir do Facebook, o que já é possível: consigo comprar passagens aéreas, roupas, acessar notícias, conversar com meus amigos, me divertir com jogos, acompanhar vídeos diretamente - tudo a partir de um único site. E o melhor: todo o conteúdo consumido é compartilhado com meus amigos. Hoje, acredito que o site seja uma máquina universal de criação e compartilhamento de conhecimento e informações entre pessoas e empresas.

O que podemos esperar para o futuro em matéria de redes sociais?
Não podemos virar refém de plataformas. Particularmente, sobre o domínio do Facebook, tenho até uma sugestão: se eu fosse Mark Zuckerberg, promoveria a competição no setor, auxiliando a criação e o crescimento de uma nova. A Microsoft fez isso de forma inteligente com a Apple no passado. Isso evitaria o monopólio.

Fonte: Info
http://tinyurl.com/42zechr

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Ferramenta transforma seu iPhone ou Android em uma máquina de cartão de crédito

A M4U, uma empresa especializada no desenvolvimento de plataformas tecnológicas para dispositivos móveis, anunciou recentemente a criação de um aplicativo que transforma smartphones ou tablets Android e iOS numa máquina da Cielo, considerada hoje a maior rede de pagamentos eletrônicos por meio de máquinas de cartão de crédito do mundo. O objetivo é facilitar ainda mais transações realizadas com os cartões Visa, MasterCard, Elo, Aura e American Express.

Na loja da iTunes, a descrição afirma que o Cielo Mobile é "ideal para médicos, dentistas, advogados, profissionais liberais e lojistas que necessitam de praticidade e mobilidade no seu dia a dia". O app garante que os dados dos clientes sejam protegidos durante as transações realizadas, pois as informações são criptografadas, o que permite uma segurança ainda maior aos usuários, já que nenhum dado fica armazenado no aparelho. A visualização na tela dos smartphones e tablets é bem semelhante ao processo de transações via internet, e possibilita o envio de comprovante para o e-mail do cliente.

A tarifa de conectividade é de R$19,90 por mês, com um valor promocional de R$9,90 nos primeiros doze meses de uso, enquanto a taxa de credenciamento custa R$50,00. O sistema usado no aplicativo é compatível com todas as operadoras de telefonia, e válido em todo o território nacional, funcionando com um pacote de dados 3G/GPRS ou rede sem fio Wi-Fi.

Para fazer o download da versão para o iOS, clique aqui. Já a versão para Android pode ser encontrada aqui.

Fonte: OlharDigital

http://tinyurl.com/3bmycxd

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Mais que gerenciar projetos, desenvolver inovação

Se considerarmos a concorrência frenética e a grande similaridade entre produtos e serviços atualmente, podemos afirmar, com pouca margem de erro, que o desenvolvimento de inovação será a principal alternativa para criação de diferenciais competitivos nos próximos anos. Bom, mas o que isso tem a ver com gerenciamento de projetos? Praticamente tudo.
Projetos são conduzidos para desenvolvimento de novos produtos e serviços, redesenho de processos, implantação de sistemas, construção de uma nova planta industrial, organização de eventos, entre diversas outras finalidades. Além disso, projetos são conduzidos para realizar ajustes e responder a mudanças de mercado, de forma a garantir o cumprimento das metas e objetivos estratégicos da empresa. Sendo assim, podemos afirmar que projetos são fundamentais para execução do plano estratégico e alcance dos resultados esperados em determinado período. Existem ainda as empresas “projetizadas”, aquelas onde projetos são executados para entrega de produtos e serviços. Neste caso, projetos são críticos, uma vez que afetam diretamente a percepção de valor do cliente final.
Embora de grande importância, projetos ainda são vistos por muitos como eventos esporádicos ou iniciativas isoladas, que são realizados somente para tratar exceções. Provavelmente, há 15 ou 20 anos atrás, essa visão não estaria totalmente incorreta. Em pleno século 21, com globalização, mercados altamente instáveis e grande incerteza, a exceção virou regra.
É praticamente impossível traçar um plano sem ter que mudá-lo no dia seguinte. Nenhuma estratégia consegue ser executada sem uma série de ajustes ao longo do caminho. Quando acrescentamos à equação fatores de ruptura como Internet e, em conseqüência, novos perfis e hábitos dos consumidores, qualquer tentativa de conduzir projetos baseados em planejamentos (e cronogramas) de longo prazo, é um mero exercício de especulação com o futuro.
Se a exceção virou regra, projetos são ainda mais importantes nos dias de hoje, certo? Exato! Mas não é só isso. Como já foi dito, projetos atualmente são conduzidos em ambientes instáveis e de grande incerteza, o que inviabiliza a definição prévia de todos os requisitos necessários para construção e entrega do produto final esperado. Se eu não sei exatamente tudo o que precisa ser feito e/ou existe uma grande possibilidade de mudança durante a execução do projeto, como então vou planejá-lo? Bem, é justamente neste ponto que adicionamos o Scrum à equação. Para conduzir projetos de forma eficaz no contexto aqui apresentado, precisamos de uma abordagem ágil, flexível e simplificada. Exatamente o que é oferecido pelo Scrum e demais métodos ágeis de gestão de projetos.
Espera um pouco. Você não enfrenta esse tipo de problema no seu dia-a-dia? Seus projetos são estáveis e você não precisa se preocupar com mudança durante o ciclo de execução? Se for esse seu caso, tenho duas sugestões: primeiro, agradeça a Deus todos os dias pela graça alcançada (você pode agradecer também ao seu Santo de Devoção) afinal, você é uma pessoa abençoada. Segundo, pode interromper sua leitura neste ponto, pois o que vem adiante não vai ser muito interessante para você. É claro que existem projetos assim. Se estivermos falando da construção de um prédio, ponte, usina hidroelétrica etc., a probabilidade do surgimento de mudanças no meio do caminho é muito pequena e a utilização de um método tradicional de gestão irá atendê-lo muito bem.
Scrum é para ser utilizado em situações totalmente inversas, onde a expectativa de mudança é muito grande e não é possível detalhar previamente tudo o que deve ser feito. Utilizar métodos tradicionais de gerenciamento nesses casos é assumir que será gasto mais tempo na tentativa de atualização de controles (planos e cronogramas), do que no gerenciamento das atividades. Outra abordagem que também não traz bons resultados é tentar “congelar” o escopo do projeto (uma verdadeira obsessão quando utilizamos métodos tradicionais). Quando escolhemos essa alternativa, o que acaba acontecendo, na maioria das vezes, é que ao final do projeto entregamos produtos que não atendem adequadamente as necessidades dos clientes. Dependendo do caso, isso pode acarretar inclusive perda de competitividade para a empresa.
A propósito, não tenho nada contra PMI, PMBOK, PMPs e demais siglas relacionadas. Aliás, trabalhei muito tempo segundo as boas práticas disseminadas por este modelo e reconheço sua imensa contribuição para o crescimento e aprimoramento da gestão de projetos no mundo todo. Minha intenção aqui não é defender nenhuma posição ou apontar o que é melhor ou pior, mas sim sugerir o que pode gerar resultados melhores em determinadas situações. Voltarei a falar sobre este tema no próximo post.
Já falei bastante, mas ainda não abordei diretamente a relação entre gerenciamento de projetos e inovação. Então vamos lá. Já disse que nos dias atuais precisamos de uma nova abordagem para condução de projetos, que assegure agilidade, flexibilidade e simplicidade para tratar o grande volume de mudanças e incertezas. Além disso, temos que assegurar a satisfação das necessidades e expectativas do cliente final através da entrega contínua de valor, materializada por produtos ou soluções inovadoras. E por que inovação deve ser um componente essencial do produto a ser gerado pelo projeto? Porque em um mercado onde produtos e serviços estão cada vez mais parecidos, inclusive em termos de preço, a inovação passa a representar a principal fonte de diferenciação competitiva das empresas. Mas para alcançar este resultado, temos que assegurar a execução de três ações fundamentais:
  • Aproveitar ao máximo o potencial de inteligência coletiva que existe nas equipes de projeto;
  • Utilizar práticas de gestão que favoreçam a incorporação de novas idéias, mesmo em etapas avançadas do projeto;
  • Contar com a colaboração efetiva do cliente, durante todo o ciclo de desenvolvimento do produto final.
Quando conduzimos projetos através de métodos tradicionais, encontramos dificuldades para implementar essas ações, devido principalmente aos seguintes fatores:
Perfil dos integrantes da equipe e a forma de organização das pessoas. Equipes gerenciadas através de métodos tradicionais são formadas normalmente por especialistas, que atuam pontualmente para cuidar de tarefas específicas, relacionadas às suas áreas de conhecimento. Devido à baixa interação com os demais integrantes da equipe e também pelo desejo de continuarem com o rótulo de especialistas, transferem muito pouco do que sabem para seus pares.
Necessidade de “congelar” o escopo do projeto. Essa prática força a especificação do produto final logo no início do projeto e desestimula a proposição de novas idéias em etapas mais avançadas. Isso faz sentido, uma vez que sabemos que mudanças tardias em projetos causam uma série de problemas. Entretanto, é justamente nas etapas mais adiantadas que conseguimos a visão detalhada do que o cliente realmente precisa e, neste ponto, a realização de mudanças pode acarretar custos adicionais elevados ou mesmo a perda da rentabilidade do projeto.
O cliente é envolvido somente em etapas específicas do projeto. De uma maneira geral, o cliente participa de forma mais ativa, somente nas etapas de especificação e validação do produto final. Durante a etapa de desenvolvimento, o cliente tem sua participação restrita, na maioria das vezes, concentrada em reuniões de acompanhamento, mas sempre com pouca ou nenhuma visibilidade sobre o produto que está sendo construído. Não é preciso ser nenhum especialista em gerenciamento de projetos para saber que quando o produto final é apresentado ao cliente, a probabilidade de surgirem requisitos não atendidos ou “não entendidos” é muito grande. E quando isso acontece, sabemos também que, além do enorme desgaste e insatisfação do cliente, haverá custos adicionais e um tremendo “jogo de empurra”, até que um dos lados assuma a conta.
Quando adotamos Scrum como método de gerenciamento, aumentamos significativamente as possibilidades de sucesso dos projetos. Isso ocorre devido às seguintes características e forma de aplicação de suas práticas:
Equipes Scrum trabalham juntas durante todo o ciclo de execução do projeto. As equipes de projeto são responsáveis pela entrega do produto e não apenas de tarefas específicas. Essas equipes são auto-organizadas e possuem autonomia para propor a melhor forma de satisfazer as necessidades do cliente. Por serem multifuncionais (com grande diversidade de conhecimento) e trabalharem em ambientes de grande interação, apresentam potencial elevado para o desenvolvimento de soluções inovadoras.
O processo Scrum oferece a flexibilidade necessária para o tratamento de mudanças, inclusive em etapas mais avançadas do projeto. Essa capacidade aumenta as possibilidades de satisfação das necessidades do cliente final, mesmo em cenários de grande incerteza, além de ampliar o período de identificação e proposição de novas idéias, alavancando o potencial de inovação a ser incorporada ao produto final.
Nos projetos Scrum, o cliente (e demais usuários-chave), trabalham de forma colaborativa com os integrantes da equipe. Essa característica permite ao cliente avaliar alternativas e validar “partes” do produto final, periodicamente. Com a redução dos ciclos de feedback, a identificação e realização de ajustes é facilitada e o risco de insatisfação do cliente com relação ao produto final é reduzido significativamente.
Bem, imagino que estejam perguntando como é possível aplicar efetivamente essas práticas. Sendo bastante sincero, é mais fácil aprender Scrum do que implementá-lo. Scrum não é apenas um conjunto de práticas. Costumo dizer nos meus cursos que Scrum não é uma metodologia de gestão de projetos, mas sim, uma filosofia de gestão de projetos. Para implementar Scrum, precisamos mudar o modelo mental. Não é possível utilizar práticas ágeis de gestão sem adotar seus valores e princípios. Irei abordar esses temas em detalhe nos próximos posts mas, desde já, deixo claro que Scrum exige mudança, principalmente na forma como as pessoas atuam e interagem nos projetos.

Fonte: Scrumex

http://tinyurl.com/6fphd3f

Intel lança serviço de computação na nuvem para pequenas empresas

A Intel anunciou nesta terça-feira (24/5) um pacote de soluções de computação na nuvem (cloud computing) para pequenas empresas, o AppUp Small Business Service. Segundo informações da própria empresa, a solução vai permitir que fabricantes de servidores, fornecedores de software e prestadores de serviço ofereçam aplicativos em cloud computing.

O serviço permite que clientes de pequenas empresas acessem a solução e paguem mensalmente apenas por aquilo que consumiram, porém, tendo controle de execução de suas aplicações e dados locais. Todos os meses, a Intel rastreia o uso dos aplicativos pelos clientes e envia um relatório criptografado para seu data center. A partir daí, a Intel fatura a provedora de serviço de pequeno porte que, por sua vez, cobra de seus clientes.

"Nós desenvolvemos o AppUp para construir um alicerce para a indústria inovar e oferecer aos seus clientes uma experiência mais segura, conveniente e de alta performance", disse Bridget Karlin, gerente geral da Intel Hybrid Cloud. "As pequenas empresas são os beneficiários finais, pois este serviço vai oferecer uma opção atraente para melhorar os resultados de negócios através da TI. Essa solução da Intel vem pronta pra usar e não requer que eles tenham sua própria equipe de TI ou o custo de um servidor", completou.

Com a novidade, a Intel passa a concorrer com empresas como a HP, Dell, IBM e Amazon, porém, por outro lado, a companhia vai estender o contato direto com os usuários de suas tecnologias. De acordo com a Intel, o serviço vai permitir às pequenas empresas servir as massas de usuários de internet, que, em 2015, será superior a 1 bilhão de internautas e irá usar até 15 bilhões de dispositivos conectados à web.

Fonte: OlharDigital
http://tinyurl.com/42rwk5s

quarta-feira, 15 de junho de 2011

(DESOPILANDO) Caverna do Dragão = Escritório de TI

(DESOPILANDO) 

Quem é de TI vai se sentir em casa!


Escritório = Caverna do Dragão: Quem trabalha em São Paulo sabe disso. O escritório geralmente fica num lugar longe pra caramba, cheio de perigos para chegar (Marginal Tietê, enchente, trânsito), onde você nunca sabe como chegou e tem que penar para sair. Na verdade quando você entrou nele parecia um parque de diversão, mas na verdade é o lugar onde você vai passar por todo tipo de perrengue antes de voltar pra casa!

 
Gerente de TI = Mestre dos Magos: Responsável por te colocar nas maiores enrascadas, sempre aparece do nada, pergunta umas paradas nada a ver, não tem reposta para nenhuma de suas perguntas, nunca ajuda e por ele você não sai nunca da Caverna do Dragão. Dizem que ele tem um poder e conhecimento ilimitado, mas você nunca vai ver em utilização. Se é que é verdade mesmo…

 
Suporte Técnico = Uni: Só faz volume no grupo, não tem nenhuma habilidade especial, não sabe falar (nem escrever), precisa ser salva a toda hora colocando a equipe toda em perigo. Na verdade ninguém sabe porque ela está na party, e sempre tem um que quer se sacrificar para ajudá-la. E no final, a party nunca vai embora sem a Uni!

 
Gerência de Projeto (PMO) = Vingador: Como se não bastasse o Mestre dos Magos para encher o saco, o Vingador (que não tem nada a ver com você ou com seus problemas) vem toda hora te torrar a paciência, aumentando suas tarefas (ou enrascadas) e tentando te aterrorizar com prazos e atividades que você não pode cumprir. Na verdade a função principal dele ninguém sabe direito, mas é um dos seres mais temidos da Caverna do Dragão, que sempre aparece na hora errada e quando aparece você sabe que vem encrenca…

 
Equipe de Manutenção = Eric, Diana e Presto: Tem um que sempre quer se defender de tudo quanto é bucha (com o escudo) e está sempre reclamando por isso, outro que é obrigado a fazer mágica para cumprir a demanda (com o chapéu), e no final todo mundo acaba tendo que pular todos os processos (com o bastão) para o sistema voltar a funcionar….

 
Equipe Desenvolvimento = Hank, Sheila e Bobby: *Sempre precisa conseguir fazer qualquer coisa (arma, defesa, corda, rede, programa em três camadas) com apenas um arco e flecha e tem sempre um novato que vem e acaba quebrando tudo o que funcionava perfeitamente (com o tacape). E a Sheila? Digamos que sempre tem um que desaparece quando mais se precisa…

 
Cliente = Tiamat: No fundo, só quer ter um pouco de sossego. É gigante e poderoso. A Uni (suporte) acha que ele vai  comê-la, por isso se caga de medo e perde a voz perto dele, o Vingador (PMO) que se acha o maioral, também treme na base e acaba cedendo a tudo o que ele pede, o Mestre dos Magos (Gerente) não ajuda em nada mesmo, só fica perguntando coisas sem sentido e some quando se precisa dele, e sempre sobra para a party (Manutenção e Desenvolvimento) se f*#% para vencê-lo a qualquer custo… E depois, com todo mundo cansado e sem paciência, o Mestre dos Magos e o Vingador voltam para trazer mais um desafio antes de te deixar voltar para casa... 


Fonte: DFJUG

As 10 marcas de TI mais valiosas





1ª - A Apple , nova líder do ranking BrandZ Top 100 Most Valuable Global Brands, da Millward Brown, cresceu 84% em relação ao ano passado, sendo avaliada em US$ 153,3 bilhões.





 


2ª - Após quatro anos seguidos de liderança, o gigante das buscas foi superado. A marca Google teve diminuição de 2% em seus valor, fechando com US$ 115,5 bilhões.








3ª - A Big Blue cresceu 17% sobre o ano passado. A marca IBM vale US$ 100,8 bilhões.






4ª - A gigante de software Microsoft fechou com US$ 78,2 bilhões, ligeiramente acima (2%) do resultado de 2010.





5ª - A operadora AT&T foi avaliada em US$ 69,9 bilhões.








6ª - Maior operadora do mundo em número de assinantes, a China Móbile vale US$ 57,3 bilhões, salto de 9% sobre resultado de 2010.















7ª - A multinacional de TI General Electric cresceu 12% sobre 2010, fechando com US$ 50,3 bilhões.







8ª - A operadora móvel Vodafone recuou 2% em relação a 2010 e atualmente vale US$ 43,7 bilhões.








9ª - A Verizon, outra operadora presente entre as primeiras posições do ranking, acabou avaliada em US$ 43,7 bilhões.






10ª - A gigante do comércio eletrônico Amazon foi a segunda que mais cresceu (37%) entre as dez primeiras de TI no ranking de marcas mais poderosas, fechando com US$ 37,7 bilhões.










Fonte: Info


http://tinyurl.com/62ehbyb